O que aconteceu
A Goldman Sachs está trazendo seu fundo do Tesouro de aproximadamente $100 bilhões para as empresas de criptoativos institucionais, sem criar uma versão tokenizada. O fundo, denominado FTIXX, é o primeiro fundo externo a ser oferecido na plataforma Lynq, proporcionando uma nova forma de acesso ao mercado tradicional de Tesouro para essas empresas.
Como funciona o FTIXX
Diferente de iniciativas como a BUIDL da BlackRock e o BENJI da Franklin Templeton, que optaram pela tokenização, o FTIXX permanece como um fundo tradicional. A Lynq atua como um novo canal de distribuição, permitindo que os clientes depositem dinheiro no FTIXX entre negociações e ganhem rendimento até que precisem realocar os recursos.
Convergência entre os mercados
Jerald David, CEO da Lynq, comentou sobre a crescente convergência entre participantes do mercado tradicional e do mercado de ativos digitais, afirmando que essa integração é uma resposta à demanda dos clientes por um ativo do tesouro que ofereça um perfil de rendimento diferenciado.
Desafios e adaptações
Para integrar o FTIXX à rede Lynq, foi necessário realizar modificações tecnológicas, restringir o acesso a clientes dos EUA e integrar com a Mosaic. Os clientes também precisam ter uma relação com a tZERO Securities e atender aos requisitos de elegibilidade para se cadastrar.
O futuro da integração cripto
Com mais de 30 empresas de ativos digitais institucionais já integradas e mais de $89 milhões em ativos, a plataforma Lynq se mostra promissora. David expressou entusiasmo ao confirmar que o FTIXX, o fundo de tesouro da Goldman Sachs, é agora o segundo ativo disponível para clientes institucionais, destacando a capacidade multi-ativo da plataforma.
