Shiba Inu dispara 36% sem explicação, e traders sul-coreanos estão no centro da controvérsia

Fernando Vitovisk
2 Min de Leitura

O que aconteceu

No último domingo, o Shiba Inu (SHIB) surpreendeu o mercado ao saltar cerca de 36%, alcançando a marca de $0.0000057. Essa valorização resultou em um acréscimo de aproximadamente $1 bilhão em valor de mercado em apenas um dia, sem qualquer anúncio ou desenvolvimento claro que justificasse tal movimento.

Quem está impulsionando o rally?

A movimentação intensa parece estar sendo impulsionada por traders sul-coreanos na exchange Upbit, onde o par SHIB/KRW representa mais de um décimo do volume global e opera a um leve prêmio em relação a outras plataformas. Enquanto isso, a liquidação de posições vendidas ocorreu após o rally, e não como causa dele.

Liquidações em massa

Traders que apostavam na queda do ativo enfrentaram grandes perdas, com cerca de $6 milhões em posições de SHIB e 1000SHIB sendo liquidadas entre aproximadamente 2.300 traders. Desses, cerca de $5 milhões eram de posições vendidas, o que indica que o movimento foi impulsionado por uma pressão de compra significativa.

Contexto do Shiba Inu

Lançado em agosto de 2020 como um token da Ethereum, o Shiba Inu foi criado por um desenvolvedor anônimo conhecido como Ryoshi, sendo promovido como um “assassino do Dogecoin”, embora não possua um produto real por trás. Apesar de ter desenvolvido o Shibarium, uma rede de camada 2, o SHIB ainda está longe de seu pico histórico de 2021, e sua negociação continua a ser impulsionada principalmente pelo sentimento do varejo.

O que isso significa para o futuro

Enquanto o Shiba Inu continua sua trajetória ascendente, o que se vê é uma movimentação que pode indicar um novo ciclo de especulação no mercado de criptomoedas. Os traders sul-coreanos, conhecidos por impulsionar rallies em tokens de alta volatilidade, podem ter encontrado um novo alvo na forma do SHIB. O futuro próximo será crucial para entender se essa valorização se sustentará ou se será apenas mais uma onda passageira.

Compartilhe Este Artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *