O que aconteceu
A Coreia do Sul está propondo uma reforma rigorosa na cibersegurança, após uma revisão que identificou deficiências de segurança em 130 instituições financeiras. O governo sul-coreano decidiu implementar requisitos mais severos para instituições financeiras após uma investigação que envolveu 16 empresas, incluindo exchanges de criptomoedas.
Medidas em andamento
A Comissão de Serviços Financeiros (FSC) anunciou que buscará melhorar o monitoramento de ameaças, realizar avaliações de segurança com mais frequência e aumentar a responsabilidade dos executivos. A revisão da indústria revelou que cerca de 100.000 informações de clientes foram expostas entre as empresas afetadas, incluindo nomes, dados de contato e números de identificação.
Empresas afetadas
Entre as empresas afetadas estão a Streami, operadora da Gopax, e a plataforma de negociação de criptomoedas Prabang, que já havia revelado que um ataque em 2 de outubro expôs informações pessoais de alguns clientes.
Reformas propostas
As reformas propostas incluem a realização de avaliações de vulnerabilidade em instituições financeiras maiores pelo menos duas vezes ao ano. A FSC também planeja aprimorar os sistemas de compartilhamento de informações e está considerando o uso de inteligência artificial no monitoramento de segurança para empresas menores. Além disso, o regulador está avaliando a possibilidade de permitir inspeções adicionais de cibersegurança fora dos cronogramas de avaliação regulares, em casos de ameaças urgentes.
Investigação em andamento
A FSC continua investigando se os incidentes estão relacionados ao uso de IA ou se estão vinculados aos mesmos atacantes.
