Pesquisa da Visa revela que quase metade dos consumidores da APAC está aberta a usar stablecoins até 2031

Douglas Ferrara
2 Min de Leitura

O que aconteceu

Uma pesquisa da Visa com 14.250 pessoas revelou que o interesse em pagamentos com stablecoins está crescendo na região da Ásia-Pacífico (APAC). Quase 50% dos consumidores da APAC estão propensos a utilizar criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias nos próximos cinco anos, um aumento significativo em relação aos 16% que usaram stablecoins no último ano.

Por que isso importa

O levantamento mostrou que, apesar do crescente interesse, apenas 6% dos entrevistados compreendem corretamente o funcionamento das stablecoins. Preocupações com fraudes e golpes continuam sendo os principais obstáculos para a adoção. A pesquisa também destacou que 49% dos consumidores acreditam que as stablecoins podem se tornar uma forma comum de transferir dinheiro entre países em um futuro próximo.

O panorama atual

A Visa, uma das gigantes dos pagamentos, observa uma mudança significativa na percepção dos consumidores sobre as stablecoins. Embora a maioria não tenha conhecimento aprofundado sobre o tema, a disposição para adotá-las está crescendo. O estudo indica que os consumidores estão cada vez mais interessados em usar stablecoins para compras do dia a dia, viagens e transferências internacionais.

Competição no setor de pagamentos

Com cerca de 2,5 bilhões de consumidores de classe média na APAC, provedores de stablecoins, bancos e redes de cartões estão competindo por essa oportunidade no mercado de pagamentos. A Visa está ampliando sua rede de liquidação com stablecoins e busca apoiar uma gama mais ampla de tokens e blockchains, enquanto seus parceiros se preparam para oferecer stablecoins em moedas locais para liquidações de câmbio 24/7.

Conclusão

Com o aumento do interesse e a necessidade de confiança nas experiências de pagamento, a Visa está posicionada para transformar essa curiosidade em oportunidades reais para os consumidores. O futuro das stablecoins na APAC parece promissor, mas a educação financeira será crucial para superar as barreiras de entendimento.

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