O que aconteceu
Ray Dalio, renomado fundador do fundo de hedge Bridgewater Associates, com um patrimônio líquido estimado em US$ 15 bilhões, aconselhou investidores a alocarem uma parte do portfólio em Bitcoin e ouro, ao invés de ativos de dívida como títulos. Em uma publicação no LinkedIn, Dalio destacou que ter entre 10% e 15% do portfólio em ouro pode ajudar a mitigar riscos em tempos de incerteza econômica.
Por que isso importa
Dalio alertou sobre uma possível crise de dívida nos EUA, prevendo que isso possa ocorrer em um prazo de três anos, a menos que a trajetória atual seja alterada. Ele reiterou que, apesar de possuir uma pequena quantidade de Bitcoin, não acredita que a criptomoeda possa substituir o ouro como reserva de valor, apontando também preocupações com privacidade e ameaças de computação quântica. Em 2022, ele já havia sugerido que manter entre 1% e 2% de BTC no portfólio era uma estratégia razoável.
O que vem a seguir
Enquanto a comunidade cripto aguarda a possível implementação de moedas digitais de banco central (CBDCs), que Dalio acredita que não oferecerão privacidade, suas recomendações sobre Bitcoin e ouro podem influenciar a forma como os investidores se posicionam em meio a incertezas econômicas crescentes.
